QUINTA DA PEDROSA

Ponte de Lima | Portugal

ESTUDO PRÉVIO

Com 7 quartos e 3 apartamentos, a proposta é dirigida a famílias mas também para amigos e casais que pretendam uma fuga para a simplicidade do campo, num meio onde a beleza e o luxo estão na sua paisagem.


No local encontram-se quatro edifícios que permanecem ligados a um passado de exploração agrícola, sendo dois deles espigueiros que tradicionalmente serviam para guar- dar o produto das colheitas.
As quatro edificações são claros exemplos da arquitetura Popular Minhota, construídas com pedra oriunda do local, sendo uma mistura entre xisto e granito. Esta característica torna única esta tipologia de edifícios, ao fazer parte do grupo de edificações que ainda persiste e que representam o passado agrícola da zona.


Conceptualmente, a proposta tem como principal objetivo a conservação deste legado, propondo-se uma intervenção equilibrada entre conservação e construção e que maximiza a conservação das características exteriores de cada edifício.


A construção é dirigida maioritariamente para os interiores, reformulando a sua organização para tirar maior proveito do espaço e possibilitar a absorção do novo programa. A divisão é realizada sempre em concordância com os acessos e vãos existentes de forma a não alterar a arquitetura popular da região.
Este cuidado em conservar os alçados é sobretudo debruçado nas duas moradias. Os espigueiros, que apresentam construções descaracterizadas, sofrem uma maior intervenção exterior com a remodelação dos alçados com novos materiais e a conservação das paredes de pedra existentes.
Ao nível do espaço exterior, este apresenta os sinais dos anos de abandono da produção agrícola. A proposta pretende reaproveitar estes espaços como elemento catalisador que possa enriquecer os espaços interiores assim como criar uma conexão entre ambos.


A conservação destes espaços é pontual, através de intervenções paisagísticas nos pavimentos - entre jardins e pátios - que criam percursos que promovam a fluidez entre os diferentes espaços e a integração com o edificado.


São propostos espaços de recreação e lazer adjacentes a cada edifício, assim como espaços de uso comum, tirando-se partido da vista panorâmica sobre a Serra de Arga.


A proposta em geral pretende vingar pela simplicidade dos espaços interiores e exteriores e pela riqueza da herança do passado rural. Pretende-se estabelecer um eixo de ligação entre a proposta e o utilizador através das novas vivências que o lugar possa proporcionar - do cheiro do campo, das flores nos jardins, o saltar nas pedra dos percursos, entre piqueniques e passeios, a sesta debaixo do velho sobreiro, às crianças a brincarem junto da piscina - uma nova narrativa que pretende recriar a paisagem.

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